terça-feira, 28 de setembro de 2010

PROJETO DA FEIRA DE CIÊNCIAS

COLÉGIO ESTADUAL ADONIAS LEMES DO PRADO
SECRETARIA REGIONAL SE SILVÂNIA
MIGUEL DO PASSA QUATRO – GO
Projeto De HISTÓRIA – sEMANA CULTURAL E FEIRA DE CIÊNCIAS


PROFESSORA ORIENTADORA:
MINÉIA APARECIDA P. DA SILVA
MAUZI aPARECIDA MACHADO
ARVENILDA RODRIGUES

18 de SETEMBRO de 2010


I - INTRODUÇÃO:
Trabalhar conteúdo programático com as 6ªs, 7ªs e 8ªs séries, África em história e geografia, além de cumprir com a grade curricular, este projeto permitirá mostrar de maneira prazerosa e com participação entusiasmada dos alunos, um continente e suas diversidades, ressaltando o que chamamos de conexão Brasil-África, ou seja, o que temos em nossa cultura que herdamos dos africanos. Enfatizando assim, o orgulho de sermos descendentes de povos criativos, bonitos e com uma rica história para contagiarmos.
II – OBJETIVO:
Identificar o Continente Africano como o berço da humanidade. Conhecer a contribuição das Antigas Civilizações como Egito , Reino de Gana, Mali, deixadas como herança para a humanidade.
Conhecer a realidade do continente africano, mostrando suas belezas naturais, divisão geográfica, indicadores sociais, economia, contribuições culturais e influências na cultura brasileira.

III - JUSTIFICATIVA:
O Brasil possui muitos descendentes de africanos. E a África é um país bom de estudar, por ter muitas riquezas, mesmo tendo sido escravizada anos atrás, passou pelo regime do apartheid, mas foi salvo pelo grande Mandela. A África além de ser o berço da humanidade é um país de muitas tradições e riquezas. Embora, grande parte da população africana seja muito pobre e tem doenças graves como AIDS, com muitos conflitos étnicos e disputas territoriais. Neste trabalho vamos mostrar a África berço da humanidade, o continente que abrigou núcleos de avançadas civilizações, das quais a egípcia é a mais conhecida. Animais, pontos turísticos, savanas, rios, diamantes, ouro, belezas. É o que apresentaremos neste trabalho, para que possamos ter uma visão diferenciada do continente do qual somos descendentes.

IV - METODOLOGIA:
* Primeiramente será exposto aos alunos o tema e juntamente com eles, traçada a metodologia do projeto.
* Logo de início distribuir o conteúdo a ser estudado entre os alunos . Em seguida cada um depois de pesquisar o tema fará um resumo sobre o que leram e entenderam. Os resumos serão digitados e apresentados.
* Também será proposto aos alunos a elaboração de slides sobre os países da África.
* Será feito concurso elegendo a “Beleza Negra” na escola. *
* Será confeccionado um mapa em TNT, para facilitar a localização dos países.
* Será recitado a poesia “Sou Negro” exaltando a etnia negra.
* Mostraremos danças africana e seus ritmos com a interpretação da música Waka Waka, um samba e o kuduru.
* Será pintado, o continente, suas belezas, a cultura e o povo africano, em TNT ou cartolina.
* Confecção do painel sobre alimentos de influencia Africana na culinária brasileira
* Apresentação dança – Kuduru por alunos da 8ª série
* Montagem do cenário para o desfile “Beleza Negra”
* Desfile "Beleza Negra"
* Apresentação dança – samba por alunas da 6ª série
* Confecção do painel – Mapa da África
* Montar a maquete das pirâmides e do Rio Nilo
* Apresentação Slides sobre países do continente Africano para todas as séries do período
* Preparação de slides sobre os países do continente Africano por alunos da 8ª série
* Prepararemos uma exposição, com cerâmica, cestaria, ferramentas de trabalho( enxada, machado, peneiras, bateia, …), comidas típicas de origem africana e algumas imagens.
* samba para dançar feira de cienciashttp://www.youtube.com/watch?v=1nqarOIcKVA&feature=related

http://www.youtube.com/watch?v=-NHg0DmHPFU&feature=related waka waka grupo


A AVALIAÇÃO
Será contínua, desde a pesquisa no L.I. até a montagem dos estandes e apresentação dos trabalhos. As apresentações no data show a exposição em sala de aula, envolvendo as turmas no período matutino, vespertino e noturno tudo será avaliado.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010



Aquecimento global; E um Mal que tem que ser rancado pela suas raises o Mal que exterminàra a espece humana Uma solução para acabar com esse Mal e trabalhamos todos juntos contra esse Mal.

alunos; cleone e alessandro

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

O aquecimento global


O furacao a muitas cidades em santa catarina ja houve
um furacao os pedaços de gelos e bem constante acabar ele vai flutuando na agua e ai cada dia ele vai derrentendo.
Alunas: Lethicya Gabrielly e Jaqueline

O aquecimento global


O mundo de hoje esta sendo destruindo cada vez mais a muitas queimadas em varias cidades poluiçoes se continuar desse jeito o mundo acaba.Em varias cidades de hoje esta sendo alagadas por causa de chuvas fortes.(Vamos ajudar ao meio ambiente)

Alunas: Jaqueline e Lethicya gabrielly
aquecimento global

as arvores sao de estrema importansia para nos por que deixa o ar mais livre,
por que ela nos da sombra, e tambem serve de moradia e conforto para os passaros.

O aquecimento global e um mal mas ele pode ter cura: e so nao jogar lixo etc

Ana paula

Aquecimento global

O aquecimento global
O aquecimento global vem piorando a cada dia,pessoas que nao importam com o futuro passam a jogar lixo no chão poluindo cada vez mais o mundo.
Se pensarmos bem vamos fazer o possivel para melhorar a cada dia mais pois isso e ignorancia porque as pessoas nao penssam no futuro de seus filhos, netos e bisnetos.
Se hoje voce joga lixo no chão voce vai se arrempender amanhã pois isso ira prejudicar nao so hoje como todos os dias.
Hoje em dia as pessoas só pensam nelas por isso as florestas estão acabando com os desmatamentos,e os ursos estão morrendo,e nos vamos ver eles so no parque e cologico





alunos : daniel e johnathas

muito obrigado pela atenção

o Aquecimento global

Muitos acreditam que por mais que lutem pelo meio ambiente, o que podem fazer pelo planeta é pouco comparado às nescessidades atuais para reverter o quadro doentio em que estamos. Um grande engano! Ações individuiais são essenciais para recuperar a saúde do planeta. E a educação ambiental é capaz de multiplicar estas ações. Pense nisto!



DEIXE A NATUREZA LIVRE DE VANDALISMOS

jessica fernandes 7 a

chegada dos portuguêses e a esploraçao do pau brasil


Em 22 de abril de 1500 chegava ao Brasil 13 caravelas portuguesas lideradas por Pedro Álvares Cabral. A primeira vista, eles acreditavam tratar-se de um grande monte, e chamaram-no de Monte Pascoal. No dia 26 de abril, foi celebrada a primeira missa no Brasil.

Caravelas portuguesas chegando ao litoral brasileiro

Após deixarem o local em direção à Índia, Cabral, na incerteza se a terra descoberta tratava-se de um continente ou de uma grande ilha, alterou o nome para Ilha de Vera Cruz. Após exploração realizada por outras expedições portuguesas, foi descoberto tratar-se realmente de um continente, e novamente o nome foi alterado. A nova terra passou a ser chamada de Terra de Santa Cruz. Somente depois da descoberta do pau-brasil, ocorrida no ano de 1511, nosso país passou a ser chamado pelo nome que conhecemos hoje: Brasil.



A exploração

A exploração da árvore do pau-brasil veio a ser a primeira atividade econômica empreendida pelos portugueses em território brasileiro. Sua extração foi fácil, pois o pau-brasil estava localizado em florestas adjacentes ao litoral e havia um intercâmbio permanente com os índios, que talhavam e conduziam as toras em troca de mercadorias européias banais, tais como facões, machados, espelhos, panos, entre outras coisas.

O pau-brasil só poderia ser retirado de nossas matas se houvesse uma autorização preliminar da Coroa Portuguesa e o acerto das taxas era estipulado por esta. O primeiro a usufruir dessa concessão, em 1501, foi Fernando de Noronha, o qual tinha como sócios vários comerciantes judeus, porém, em troca desta permissão, tinham por obrigação enviar embarcações à nova terra, encontrar pelo menos trezentas léguas de costa, pagar uma quantia pré -estipulada à Coroa e também edificar e conservar as fortificações, mantendo assim a segurança do novo território tão almejado pelos invasores.


Casda de Pau Brasil

Era proibido aos colonos explorar ou queimar a madeira corante. Os espanhóis, por apreço ao que dizia o Tratado de Tordesilhas, retiraram-se do litoral brasileiro, ao contrário dos piratas franceses que, ignorando tal tratado, passaram a extrair a madeira ilicitamente, inclusive lançando fogo na parte inferior do tronco, causando muitos incêndios, o que veio a provocar sérios prejuízos à mata. O fim do ciclo econômico do Pau-Brasil ocorreu no século 19, pela enorme carência da espécie nas matas e pela descoberta de um corante não natural correlativo.

No ano de 1530, em alguns locais litorâneos, o pau-brasil já é insuficiente, apesar do Brasil ter mantido a exportação da madeira até o início do século XIX. A exploração era tosca, destruindo boa parte de nossas florestas. Do início de seu tráfico restou somente 3% de Floresta Atlântica e, por conseqüência, convivemos até hoje com o desmatamento indiscriminado que coloca em perigo nossa biodiversidade.

Com a colonisaçao do Brasil os portugueses acabaram encinando os ídios a desmatar as matas com isso a cada dia que passa mais vem acontecendo o aquecimento global e a cada dia mais quente nossa planeta fica.


Alunos:Arthur,Marco Antônio




O Efeito Global!


E feito global:é o aumento da temperatura terrestre (não só numa zona específica, mas em todo o planeta) e tem preocupado a comunidade científica cada vez mais.

Tudo isso começou quando os portugueses chagaram na America(Brasil)por causa da vontade de ter ++ dinheiro eles começaram a desmatar a nossa mata
Naquele tempo eles ñ sofreran nada,mas agora nós estamos e com certesa os nossos filhos e netos irão sofrer também com falta de água de ar puro e de muito +++++!Vamos lá nos ajudar a combater o aquecimento global.'ajuda é sempre bem vinda'!!!!!!!!by:Lavínia e Sarah

Aquecimento global


Hoje em dia o aquecimento global está tomando conta do mundo , os icebergs estam derretendo , o mar está subindo , a água doce esta acabando , as matas estão extintas , e se continuar assim os ursos iráo morrerem e nós só vamos ver eles em parques Ecológicos .
Tudo isso por que , as pessoas não dão valor a própria vida, não se conscientizam do que esta acontecendo e continuam jogando lixos nas ruas, desmatando as florestas.

alunas : Cássia Aleluia e Késia Raiane

O Aquecimento Global está aumentando a cada dia. As pessoas estão jogando lixo nas rua, tampando os boieros assim provocando as enchentes, pessoas fazendo queimadas nas matas, prejudicando o meio ambiente.
As árvores fazem estrema importancia para nós, ela nos dá mas ar puro, alimento e nos dá
sombra, por isso não pode ser destruidas, pense nisso.


Alunas: Michelle e Laís

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

GERRA DOS FERRAPOS


Guerra dos Farrapos ou Revolução Farroupilha são os nomes pelos quais ficou conhecida a revolução ou guerra regional, de caráter republicano, contra o governo imperial do Brasil[1][2], na então província de São Pedro do Rio Grande do Sul[3], e que resultou na declaração de independência da província como estado republicano, dando origem à República Rio-Grandense[4]. Estendeu-se de 20 de setembro de 1835 a 1 de março de 1845.

A revolução, que originalmente não tinha caráter separatista, influenciou movimentos que ocorreram em outras províncias brasileiras: irradiando influência para a Revolução Liberal que viria a ocorrer em São Paulo em 1842 e para a Revolta denominada Sabinada na Bahia em 1837, ambas de ideologia do Partido Liberal da época, moldado nas Lojas Maçônicas. Inspirou-se na recém-finda guerra de independência do Uruguai, mantendo conexões com a nova república do Rio da Prata, além de províncias independentes argentinas, como Corrientes e Santa Fé. Chegou a expandir-se à costa brasileira, em Laguna, com a proclamação da República Juliana e ao planalto catarinense de Lages. Teve como líderes: Bento Gonçalves, General Neto, Onofre Pires, Lucas de Oliveira, Vicente da Fontoura, Pedro Boticário, Davi Canabarro, Teixeira Nunes, Vicente Ferrer de Almeida, José Mariano de Mattos[5], além de receber inspiração ideológica de italianos carbonários refugiados, como o cientista Tito Lívio Zambeccari e o jornalista Luigi Rossetti[6], além de Giuseppe Garibaldi, que embora não pertencesse a carbonária, esteve envolvido em movimentos republicanos na Itália.[7]. A questão da abolição da escravatura também esteve envolvida, organizando-se exércitos contando com homens negros que aspiravam à liberdade[8][9]


A Marinha Imperial Brasileira controlava os principai


meios de comunicação da Província, a Lagoa dos Patos, entre Porto Alegre, Pelotas e Rio Grande e a maior parte dos rios navegáveis. Apesar disso era constantemente atacada pelos farroupilhas, quando próximos aos barrancos dos rios. Em 1° de fevereiro de 1838, uma tropa de dois mil farrapos e uma bateria de artilharia conseguiram atacar de surpresa duas canhoeiras e um lanchão no rio Caí, matando quase todos os marinheiros e aprisionando um dos comandantes. [20]

O fator estratégico de maior efeito a favor do Império era o bloqueio da barra da Lagoa dos Patos, único acesso ao porto de Rio Grande, por onde desembarcavam continuamente os reforços imperiais, e ao mar. A República, na segunda parte do confronto procurava manter a supremacia conquistada na região geográfica da serra do sudeste do Rio Grande do Sul, de relevo irregular e com apenas um rio que comunicava com a Lagoa dos Patos, o Camaquã.

Foi preciso engendrar uma manobra incomum para conquistar um ponto que pudesse ligar o Rio Grande dos farrapos com o mar. Este ponto era Laguna, em Santa Catarina. O primeiro passo era constituir a Marinha Rio-Grandense. Giuseppe Garibaldi conhecera Bento Gonçalves ainda em sua prisão, no Rio de Janeiro, e obteria dele uma carta de corso para aprisionar embarcações imperiais.[14] Em 1 de setembro de 1838, Garibaldi é nomeado capitão-tenente, comandante da marinha Farroupilha[17].

Foi criado um estaleiro, junto a uma fábrica de armas e munições em Camaquã, na estância de Ana Gonçalves, irmã de Bento Gonçalves[17]. Lá Garibaldi coordena a construção e o armamento de dois lanchões de guerra. Ao mesmo tempo Luigi Rossetti vai a Montevidéu, buscar a ajuda de Luigi Carniglia e outros profissionais indispensáveis.[17] Após algumas semanas, estava completa a equipagem de mestres e operários. Alguns marinheiros vieram de Montevidéu e outros foram recrutados pelas redondezas.[17][14]

Os imperiais, informados dos planos farrapos, atacaram o estaleiro de Camaquã, comandados por Francisco Pedro de Abreu, o Chico Pedro, também conhecido por Moringue. Eram mais de uma centena de homens, cercando o galpão com 14 trabalhadores entrincheirados. Giuseppe Garibaldi, comanda a resitência durante horas. Quase ao anoitecer, Moringue precipita-se do esconderijo e leva um tiro no peito. Seus companheiros o recolhem e fogem tão rapidamente quanto chegaram.

alunos:Hiaponan,Erika e marcos

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Arthur Alessandro lais crumins brincando de luta: preparação para a vida adulta












Os povos indígenas no Brasil incluem um grande número de diferentes grupos étnicos que habitam ou habitaram o território brasileiro, e cujas raízes remontam às Américas desde antes da chegada dos europeus a este continente, em torno de 1500.
Os povos indígenas do Brasil compreendem uma grande variedade de tribos e nações, muitos deles com laços culturais e territórios históricos que atravessam as fronteiras políticas atuais e adentram os países vizinhos. Embora sua organização social tenha sido geralmente igualitária e baseada em tribos pequenas, semi-nômades e independentes, houve exemplos de nações super-tribais envolvendo milhares de indivíduos e ocupando extensos territórios. Os indígenas do Brasil falavam e falam centenas de línguas diferentes, cujas origens e conexões ainda são pouco conhecidas. Sua cultura material e espiritual também é bastante diversificada, apesar de um fundo comum devido ao estilo de vida.Os povos indígenas no Brasil incluem um grande número de diferentes grupos étnicos que habitam ou habitaram o território brasileiro, e cujas raízes remontam às Américas desde antes da chegada dos europeus a este continente, em torno de 1500.
Os povos indígenas do Brasil compreendem uma grande variedade de tribos e nações, muitos deles com laços culturais e territórios históricos que atravessam as fronteiras políticas atuais e adentram os países vizinhos. Embora sua organização social tenha sido geralmente igualitária e baseada em tribos pequenas, semi-nômades e independentes, houve exemplos de nações super-tribais envolvendo milhares de indivíduos e ocupando extensos territórios. Os indígenas do Brasil falavam e falam centenas de línguas diferentes, cujas origens e conexões ainda são pouco conhecidas. Sua cultura material e espiritual também é bastante diversificada, apesar de um fundo comum devido ao estilo de vida.
Alunas: Késia Raiane e Leticia Rosa










brincadeira de curumins
Os indios na infancia são chamados de curumim, brincam bastante, nos rios, aprendem a fazer, tinta com as plantas, cuidar dos animais a pescar. Quando atigem a fazem de adolescentes a meninas aprendem os afazeres da casa e os meninos se preparam para começarem a caçar, e guerrearem também.
Alunos:Alessandro,Laís,

Moradias do Indigenas


Oca

A oca é uma habitação típica dos povos indígenas. A palavra tem sua origem na família linguística tupi-guarani.

As ocas são construídas coletivamente, ou seja, com a participação de vários integrantes da tribo. São grandes, podendo chegar até 40 metros de comprimento. Seu tamanho é justificado, pois várias famílias de índios habitam uma mesma oca. Internamente este tipo de habitação não possui divisões. São instaladas na parte interna da oca diversas redes, que os índios usam para dormir.

A estrutura das ocas são bastante resistente, pois elas são construídas com a utilização de taquaras e troncos de árvores. A cobertura é feita de folhas de palmeiras ou palha. Uma oca pode durar mais de 20 anos.

As ocas não possuem janelas, porém, a ventilação ocorre através portas e dos frizos entre as taquaras da parede. Costumam apresentar de uma a três portas apenas.

Curiosidade:

- Uma oca de tamanho grande pode levar de 10 a 15 dias para ser construída, com o trabalho de 20 a 30 índios.



alunos do 7° ano: Michelle, Marco Antonio, Ana Paula, Jessica.

Lavínia,Lethicya e Maxwel

Alguns grupos têm na mandioca a base de sua alimentação, outros preferem o milho. Os índios Timbira (de Tocantins e Maranhão) e Nambikwara (de Rondônia) ocupam bastante tempo na coleta de alimentos já disponíves na mata, e menos tempo em suas plantações. Já os índios Caiapó (de Mato Grosso e Pará) possuem roças complexas, com direito a especialistas dentro da aldeia que analisam o solo e o melhor local para a plantação.


Os Caiapó gostam de comer a carne de caças gordas, como antas e jabotis. Já os índios do Alto Xingu desprezam a carne de “animais de chão” e preferem comer peixes e macacos.

VIDA DOS CURIMINS os curumins da aldeia (meninos e meninas) também possuem determinadas funções. Suas brincadeiras são destinadas ao aprendizado prático das tarefas que deverão assumir quando adultos. Um menino, por exemplo, brinca de fabricar arco e flecha e caçar pequenos animais. Já as meninas brincam de fazer comida e cuidar de crianças, usando bonecas.
alunos: Alessandro,Laís e Arthur

Culturas festividades índigenas


Além de trabalharem, os índios também se divertem. Nas aldeias, eles fazem festas, danças e jogos. Porém, estas formas de divertimento possuem significados religiosos e sociais. Dentre os jogos, por exemplo, destacam-se as lutas. Estas são realizadas como uma forma de treinamento para guerras e também para desenvolver a parte física dos índios.



Alunos: Emerson,Naraiza e Sarah
Comida Indígena

Alimentação

asurini_xingu ceramica

Os povos indígenas dedicam grande parte do seu tempo em atividades relacionadas à alimentação. Isso porque é preciso obter ou produzir os alimentos: criar animais, como galinhas e porcos; realizar expedições de caça e de pesca; coletar frutos no mato; preparar a roça e colher seus produtos.

Além de produzir o alimento, também é preciso construir as ferramentas e os utensílios como armadilhas, canoas, cestos, arcos e flechas, zarabatanas, entre outros, necessários para realizar as tarefas.

kalapalo_pequi

Para realizar cada uma das atividades, as pessoas devem conhecer muito bem a região onde vivem: quais são as épocas de chuva e de seca; como é o comportamento de cada animal; qual é a época em que os frutos amadurecem; qual é o melhor período para preparar, plantar e colher os produtos da roça etc.



Trabalho do homem e da mulher.
Os índios possuem uma maneira própria de organizar a vida. Entre eles tudo é dividido com o objetivo de fazer a aldeia funcionar em harmonia. A divisão de trabalho, por exemplo, segue basicamente critérios de idade, sexo e acumulo de conhecimento e cultura. Na grande maioria das aldeias indígenas brasileiras esta divisão funciona como podemos observar abaixo.


- Homem adulto: são responsáveis pela caça de animais selvagens. Devem garantir a proteção da aldeia e, se necessário, atuarem nas guerras. São os homens que também devem fabricar as ferramentas, instrumentos de caça e pesca e a casa (oca).



- Mulheres adultas: cabe às mulheres cuidarem dos filhos, fornecendo-lhes alimentação e os cuidados necessários. As mulheres também atuam na agricultura da aldeia, plantando e colhendo (mandioca, milho, feijão, arroz, etc). As mulheres também devem fabricar objetos de cerâmica (vasos, potes, pratos) e preparar os alimentos para o consumo. Devem ainda coletar os frutos, fabricar a farinha e tecer redes (artesanato).


- Crianças: os curumins da aldeia (meninos e meninas) também possuem determinadas funções. Suas brincadeiras são destinadas ao aprendizado prático das tarefas que deverão assumir quando adultos. Um menino, por exemplo, brinca de fabricar arco e flecha e caçar pequenos animais. Já as meninas brincam de fazer comida e cuidar de crianças, usando bonecas.

- Cacique: é o chefe político e administrativo da aldeia. Experiente, ele deve manter o bom funcionamento e a estrutura da aldeia.

- Pajé: possui grande conhecimento sobre a cultura e religião da tribo. Conhece muito bem o poder das ervas medicinas e atua como uma espécie de “médico” e “curandeiro” da aldeia. Mantém as tradições e repassa aos mais novos através da oralidade. Os rituais religiosos também são organizados pelo pajé.

Diversão

Além de trabalharem, os índios também se divertem. Nas aldeias, eles fazem festas, danças e jogos. Porém, estas formas de divertimento possuem significados religiosos e sociais. Dentre os jogos, por exemplo, destacam-se as lutas. Estas são realizadas como uma forma de treinamento para guerras e também para desenvolver a parte física dos índios.



G:3

Alunos: Cássia , Daniel e Jaqueline